Problemas comuns

 

A órtese é o dispositivo responsável por suprir ou corrigir alguma alteração funcional ou estrutural de um órgão. Diferente da prótese, esse aparelho é utilizado temporariamente e de forma externa para dar apoio a um membro deficiente.

O que é?

A órtese é um recurso amplamente utilizado para suporte no alinhamento de um determinado aspecto funcional ou estrutural do sistema neuro músculo-esquelético. Esse dispositivo externo é fundamental para o auxílio de uma ou várias funções. Não é por menos que existe uma grande gama de órteses, que podem ser utilizadas em várias partes do corpo. São considerados órteses desde um aparelho odontológico até uma palmilha ortopédica, já que dão o apoio complementar para um processo de tratamento.

Outra característica única desses tipos de aparelhos que proporcionam vantagem mecânica ou ortopédica, é que eles são de uso provisório. Diferentemente de uma prótese, que é um recurso interno ou externo que substitui a função de um membro ou articulação danificada. No caso da órtese, o local acometido não é substituído. 

A indicação, tanto da órtese quanto da prótese, precisa passar pelo crivo do especialista responsável pela avaliação do paciente. Em casos de tendinite no punho ou tendinite na mão, por exemplo, a indicação deverá ser feita exclusivamente pelo médico ortopedista. Fatalmente muitas pessoas agravam suas condições ao usar órteses sem prescrição médica. O caso mais comum está relacionado ao uso inadequado de munhequeiras sem o consentimento do médico ortopedista. 

Invariavelmente o uso desse dispositivo para o alívio da dor e correção da postura dos membros superiores pode agravar ainda mais a inflamação de músculos e tendões. Por isso é imprescindível que o paciente solicite o apoio de um profissional de saúde qualificado. Somente ele será capaz de preconizar o melhor tipo de dispositivo para cada problema específico, baseando-se no agravamento da lesão e no tamanho mais adequado para a anatomia de cada pessoa. 

A recuperação das funções só é estabelecida graças ao uso contínuo desses dispositivos. Além de restabelecer a integridade do membro acometido, a órtese tem uma participação fundamental na correção de posturas viciadas e alívios de dores. Se não bastasse tudo isso, o médico ortopedista e os demais profissionais da saúde podem prescrever o seu uso com o intuito de combater e prevenir o surgimento de deformidades. 

Na ortopedia, por exemplo, as órteses podem ser utilizadas em forma de talas para dedos e punhos, joelheiras e cintas ajustáveis, suportes e protetores para ombros, imobilizadores de tornozelo, além da munhequeira, dispositivo ortopédico mais utilizado dentre os citados. Uma curiosidade referente a esse recurso é que óculos, bengalas e até palmilhas são considerados órteses. 

Ainda dentro do âmbito ortopédico, a prótese é um dispositivo que substitui um membro. Existe uma variedade delas que, na maior parte das vezes, pode ser definitiva. Ou seja, o sujeito pode usar uma pelo resto da vida. Há algumas exceções, como no caso de crianças que apresentam algum tipo de amputação congênita ou, até mesmo, malformações. Nesse caso, como seu corpo está em um processo de desenvolvimento ininterrupto, as próteses deverão ser trocadas com certa regularidade.

Portanto, em caso de lesões mais sérias, com dor ininterrupta, independentemente do membro ou articulação, procure por um médico ortopedista. Só ele poderá indicar os medicamentos e as órteses mais adequadas para a sua recuperação.

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