Problemas comuns

O que é a fratura na mão?

É comum algumas pessoas sentirem dor na mão após um grande impacto, ele pode ter ocorrido em um jogo de futebol, no caso do goleiro ao receber uma dividida de grande impacto ou mesmo em qualquer outra atividade.

Em suma, uma fratura da mão pode ocorrer em qualquer um dos ossos dos dedos e do punho, sendo mais comum (80% dos casos de fratura nessa região) nos ossos chamados falange e no metacarpo e também em ossos do punho (Carpo), que são compostos por oito pequenos ossos, sendo que fraturas são mais comum em um deles, no escafoide. No caso da primeira, cada dedo da mão tem três ossos do tipo, menos o polegar, que tem dois.

Sinto dor aguda nos dedos, quebrei a mão?

Possivelmente, os sintomas que apontam uma fratura na mão do paciente variam entre edema (inchaço devido ao acúmulo anormal de líquido nos tecidos), dor imediata após o trauma, dor no punho (que normalmente é sentida abaixo do polegar), hipersensibilidade e dor aguda na região da fratura e dificuldade ou impossibilidade de mover o dedo. Portanto, se tiver algum desses sintomas, procure um médico, pois você pode ter quebrado a mão.

Em muitos casos, apesar da dor, é possível dobrar o dedo. Dependendo da gravidade da lesão, algumas fraturas podem ser mais dolorosas que outras e o inchaço pode não ser localizado como no caso da dor, mas sim afetar vários dedos próximos. Em casos de fraturas mais graves, é possível notar um hematoma na região lesionada.

Quais as possíveis causas?

Quebrar o dedo ou quebrar a mão é resultado de um trauma na mão, que pode ocorrer em várias situações do cotidiano, como em competições esportivas de grande impacto (futebol, basquetebol ou voleibol), acidentes de trabalho (geralmente com ferramentas) ou mesmo ao tropeçar e cair sobre a mão. A fratura dos dedos é mais comum no caso dos dedos polegar, indicador e médio, enquanto fraturas no dedo anelar são menos frequentes.

Em geral, pessoas de todas as idades, de crianças até adultos e idosos podem ser acometidos por uma fratura da mão.

Como é feito o diagnóstico pelo médico ortopedista?

Antes de tudo, é preciso verificar se o dedo não está deslocado ao invés de estar quebrado, pois os sintomas são praticamente os mesmo. Para diferenciar o dedo quebrado do luxado, deve-se atentar a consistência do dedo, e a intensidade da dor. No caso de um dedo quebrado, ele parece estar machucado ou deformado e a dor é muito intensa e sensível ao toque. Já no caso de um dedo deslocado (quando o ligamento está esticado), ele não parece estar machucado e a dor e o inchaço diminuem gradualmente.

Após a avaliação física, o médico deve pedir uma radiografia (para avaliar a localização e extensão da fratura), em alguns casos, o exame pode não ser suficiente, e o médico pode pedir retorno dentro de duas semanas para uma nova etapa de exames radiológicos comparativos. Nesses casos, uma tala temporária, gelo e administração de remédios anti-inflamatórios podem ser indicados a curto prazo.

Quais os tipos de tratamento?

Existem vários tratamentos para fratura da mão. Quando ela for mais simples, ou seja, quando ela pode ser reduzida sem a necessidade de cirurgia, o tratamento conservador é indicado. Ele consiste na imobilização do membro com gesso para imobilizar os ossos e manter a redução. No caso de fraturas do osso escafoide, a imobilização deve ser mantida por cerca de três semanas e fisioterapia leve pode ser indicada.

Já no caso do tratamento cirúrgico, ele é indicado quando o tratamento conservador não for suficiente para calcificar os ossos ou para uma boa redução. A cirurgia é composta da aplicação de fios, parafusos ou placas no osso fraturado para manter uma boa redução ou até que ela se calcifique completamente. Em alguns casos, a remoção dos implantes pode não ser necessária.

A completa reabilitação, tanto no caso do tratamento cirúrgico como no caso do tratamento conservador, depende do grau de recuperação do paciente, pois todos se recuperam de lesões em períodos diferentes, por isso não existe um tempo exato.

Geralmente, para a recuperação ser mais rápida, recomenda-se que o paciente aplique gelo por cerca de 15 a 20 minutos três vezes ao dia coberto por um saco plástico envolto em uma toalha. É recomendável manter a mão em repouso sobre travesseiros ou cobertores e sessões de fisioterapia indicadas pelo ortopedista. 

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